Papai Girafa

Num domingo de agosto do ano passado, Mike e Jennifer Mills estavam pensando em celebrar seu aniversário de casamento. Jennifer estava grávida de oito meses do terceiro filho do casal e aquela poderia ser a última oportunidade de eles sairem para comemorar. Então, eles ligaram para a babá, planejaram um jantar seguido de um cineminha.

Brayden Mills na Omnibed da GEPai e filho: Mike e Brayden Mills

No entanto, o plano não deu certo. Ao invés de sair, o casal passou as cinco semanas seguintes cuidando de seu filho recém-nascido na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal.

Jennifer acordou Mike na manhã do grande dia, quando sua bolsa rompeu. Eles colocaram as duas filhas no carro e correram para o hospital. Os médicos trabalharam para retardar o nascimento da criança. “Todos os dias importavam”, diz Mills. A maioria dos bebês não consegue respirar por conta própria tão cedo. Três dias depois da chegada ao hospital, Jennifer deu à luz a Brayden, que tinha apenas oito meses de gestação.

Quando Brayden começou a chorar e a respirar por conta própria, o casal se tranquilizou um pouco, mas ele era muito pequeno e pesava apenas 1 quilo e 800 gramas, pouco mais da metade do peso médio de recém-nascidos. As enfermeiras rapidamente colocaram Brayden em um aquecedor de bebês e o levaram até uma incubadora.


Quando Mike viu os equipamentos hospitalares que sustentavam seu filho, ele começou a se preocupar menos. Tratava-se de um Panda Warmer e Giraffe OmniBed, que foram criados pela GE em Laurel, nos Estados Unidos, onde Mike trabalha como gerente da fábrica. “Eu conheço o equipamento e sei como ele funciona, mas nunca o tinha visto em ação “, conta ele. “Você não entende o valor daquele equipamento até usá-lo.”


Brayden Mills nasceu antes do previsto. Ele passou cinco semanas na UTI Neonatal.

Na UTI, os médicos colocaram um tubo de alimentação pelo nariz de Brayden e inseriram agulhas perto de seu coração para alimentar seu corpo frágil com medicamentos e nutrientes. “Foi meio assustador”, diz Mike.

Brayden Mills na Omnibed da GEO pequeno Brayden na incubadora Giraffe Omnibed da GE

Durante todos esses procedimentos, Brayden ficou em sua incubadora. Os engenheiros da GE projetaram o Giraffe OmniBed para que os médicos pudessem cuidar de recém-nascidos sem movê-los. “Eles não gostam de serem movidos”, diz Mike. “Com o toque de um botão, e sem tocar o bebê, a tampa se abre e a enfermeira tem acesso completo para o bebê, sem movê-lo. ”

Brayden passou 10 dias dentro da incubadora antes dos médicos o transferirem para um bacinete aberto na UTI. Às vezes, um alarme soava e assustava Jennifer. “Ela olhava ao redor para pedir ajuda e eu dizia ‘está tudo bem’. Eu já tinha ouvido isso antes em testes de sinais sonoros e não era motivo para se preocupar. Ainda assim, foram as cinco semanas mais longas da minha vida”, conta Mike.

Brayden voltou para casa em meados de setembro, pesando 2 quilos e 700 gramas. Hoje ele é um menino saudável. Mas os funcionários do hospital ainda se lembram de Mike e sua familiaridade com o equipamento lhe deu até mesmo um novo apelido. Mike diz: “Eles me chamavam de papai girafa.”

Leia o post original no GE Reports dos Estados Unidos.

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2 comentários

  1. Leticia diz:

    Que bebe mais foooofo!

  2. Juliana diz:

    Sempre admirei a capacidade dos equipamentos médicos da GE. Mas essa história é surpreendente! Parabéns a todos que hoje e no passado estiveram envolvidos no projeto de um equipamento como esse. Vocês são heróis!

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